Lady in Satin

Um pedaço de alma exposto de uma das maiores cantoras de jazz de todos os tempos. São gravações de 1958. Na oportunidade Lady Day era uma senhora de 70 anos lutando contra o sério vício em heroína. Os arranjos são de Ray Ellis. Neles se pode ouvir as cordas soarem acetinadas expondo as cicatrizes da voz de Billie. O amor é pintado como loucura, desespero e resignação, com uma brutal honestidade. É o disco favorito de Holiday, seu testamento e desejo final.

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